Hyuri destaca alivio após período de “turbulência”, prega respeito ao CSA, mas ressalta que Ponte vai buscar se impor em Alagoas

Publicado em: 09/10/2018


 

Foto: PontePress/FábioLeoni

A equipe da Ponte Preta segue em preparação para o jogo contra o CSA, na sexta-feira (12), em Maceió/AL. Um dos titulares da equipe na vitória de 1 a 0 contra o CRB, o meia Hyuri valorizou o resultado, para a melhora na competição. “É uma semana que estávamos nos acostumando a não viver. A última vitória tinha sido contra o Criciúma. Fazia mais de um mês. É chato quando se passa muito tempo assim, sendo que nós treinamos todo dia. Estamos felizes em ter revertido esse quadro, mesmo que previamente. Foi só um passo depois uma turbulência e vamos ter que aproveitar esse passo para buscar coisas maiores”, afirma.

Para o jogador, mesmo enfrentando uma equipe que faz uma boa competição, a Macaca tem condições de buscar um resultado positivo. “O CSA é uma equipe que figura na parte de cima da tabela por muitas rodadas e é super natural que jogando em casa eles saiam para o jogo. Isso pode ser favorável para nós, como foi contra o Goiás, quando conseguimos fazer dois gols. Infelizmente ficamos com um jogador a menos e cedemos o empate. Acredito que saindo na frente, contra o CSA, temos totais condições de conquistar uma vitória”, diz Hyuri, que acrescenta.

“Tanto pela marca que é o CSA, como pelos jogadores que defendem as cores deles, valorizamos a equipe, mas temos que tentar nos impor. O jogo é feito de 90 minutos, com uma bola para os dois times disputarem. É buscar dar o máximo em campo, respeitando o adversário e a melhor maneira é indo para cima”, ressalta o meio-campista, que dentro desse conceito de que a melhor defesa é o ataque, vê mudanças feitas pelo técnico Gilson Kleina, de forma positiva.

“Temos que abrir o leque de opções, para não ser um time previsível. Estamos em uma reta final de campeonato, em que os adversário já sabem o que vão encontrar. Temos que sempre colocar cartas novas no jogo. Eu não sou habituado a fazer essa troca constante de posição, mas deu para encaixar legal, pois deixa o pessoal da frente mais solto, para fazer confusão na zaga adversária. Isso é válido a partir do momento que buscamos encaixar nos espaços no campo. Tanto eu, como o André, depois o Roberto quando voltamos para o esquema antigo, é sempre importante dar cartas novas no jogo, porque em 90 minutos muita coisa pode mudar”, comenta.

Mesmo valorizando novas alternativas táticas, Hyuri enfatiza o trabalho psicológico de Kleina com o grupo. “Vocês não perdem o valor se derem uma notícia falsa. A gente não perde valor porque perde três jogos seguidos. Temos que continuar confiando no nosso próprio trabalho e a chegada de um treinador experiente como ele, nos deixa seguros em saber que ele saberá lidar no momento que nos encontramos. Ele trabalhou com as palavras, não fez grandes mudanças, mas conseguiu tocar no melhor de cada um. Conseguimos uma grande vitória, e o professor teve participação nisso”, revela.

O jogador também fala sobre o trabalho que desenvolve dentro de campo e de ser um atleta “Eu fico mais confortável vendo meus companheiros marcando.  A minha função de chegar na frente, como de chegar atrás, me faz preferir mais de assumir esse compromisso de fazer jogadas e ajudar o companheiro pelo lado esquerdo a não sofrermos perigos. Isso para mim é muito mais importante, do que eu fazer gols. Fiquei muito feliz com o André, tanto que ele veio me dar uma abraço, porque valorizo muito ele e o Júnior Santos. São os nosso artilheiros e temos que frisar isso. Temos que dar confiança e não cobrança para eles. Confiamos neles, sabemos que se a bola chegar, eles farão os gols”, completa.


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