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Comemoração de aniversário: Dr. Danilo, Seu Werner e Zaiman são os cidadãos pontepretanos deste ano; primeiro time de futebol do Brasil que nunca parou, Ponte completa 117 anos neste dia 11

Publicado em: 10/08/2017

Há 117 anos, no dia 11 de agosto de 1900, nascia o primeiro time de futebol brasileiro fundado como tal que se manteve em funcionamento ininterrupto desde a fundação: a Associação Atlética Ponte Preta. “Quero dar os parabéns a todos os pontepretanos pelos 117 anos de vida da nossa Macaca, que comemoramos com muitas razões para a alegria: fomos apontados como clube brasileiro com melhor gestão do futebol levando em consideração a relação entre recursos recebidos e resultados, fomos a segunda marca que mais cresceu no futebol do país no último ano, temos grandes patrocinadores e parcerias de sucesso, nosso reconhecimento internacional está em alta, conquistamos a oitava colocação no último Brasileirão, fomos vice-campeões no Paulista 2017 e estamos nas oitavas da Sulamericana. Claro que queremos crescer sempre mais, que nosso grande presente de aniversário serão títulos relevantes que com certeza irão chegar, mas com certeza temos muito a nos orgulhar de torcermos para o primeiro time do Brasil”, diz o presidente Vanderlei Pereira.

A festa oficial de aniversário da Macaca está ocorrendo na noite desta quinta (10) – o tradicional bolo alvinegro será cortado após a meia-noite, já no dia de fundação – e, como é tradicional, a Ponte homenageou durante a festa três grandes torcedores, que receberam o título de Cidadão Pontepretano. A honraria é concedida a pessoas e organizações que notoriamente amam o time ou, de alguma forma, contribuíram para o engrandecimento da Ponte com suas ações e trabalhos.

 Já receberam este título, entre outros, torcedores como Dalva, Luiza, Norimiti Higa, Zé Mineiro, Totó e dona Ive;  os jornalistas Gustavo Hoffman, Edu Pinheiro, Patrícia Maldonado e Flávio Prado; o alpinista Rodrigo Raineri , o empresário Walter Paschoal, o político Biléo Soares;  e, in memoriam,  o patrono Moisés Lucarelli  e Migué do Carmo, primeiro jogador negro do Brasil .

O primeiro homenageado da noite infelizmente nos deixou neste ano, mas jamais será esquecido: recebeu o título de cidadão pontepretano, in memoriam, o médico Danilo Glauco Pereira Villagelin Filho. A placa foi entregue pelo diretor médico Fernando Porto a esposa Ana Luísa e os filhos do doutor Danilo - Ana Laura, Danilo Villagelin Neto e Ricardo.

“Profissional dedicado e médico de renome, que inclusive a partir deste ano dá nome à sala do departamento médico da Ponte no Majestoso, dr. Danilo sempre foi conhecido por ser uma verdadeira enciclopédia de informações sobre a Macaca. Era capaz de contar histórias e relembrar detalhes tanto de partidas como da vida do time que tanto amava. Sempre participativo da vida do clube, foi acima de tudo um apaixonado pela Ponte, tanto que, mesmo já em estado de saúde delicado, fez questão de ir de ambulância e com aparelho respirador às finais do Paulista deste ano torcer pela Macaca”, relembrou a mestre de cerimônias Fernanda Mitzakoff.

O segundo cidadão pontepretano da noite também faleceu neste ano: o conselheiro Werner Rufeisen. A placa foi entregue pelo vice-presidente Giovanni Dimarzio aos filhos do conhecido “seu Werner”,  Cristiane Rufeisen Scanavini e o diretor de marketing alvinegro Rodolfo Rufeisen. Nascido em 18 de novembro de 1941, Werner Rufeisen foi apaixonado pela Ponte Preta desde pequeno e quem o via já de cabelos brancos nas arquibancadas dificilmente imaginaria que aos 16, 17 anos ele jogou como goleiro nas categorias de base da Macaca.

Aliás, antes mesmo de jogar no juvenil, com apenas 13 anos, ele já era sócio da Ponte e pouco depois tornou-se conselheiro pela primeira de muitas vezes. Com 37 anos de trabalho em uma única empresa, a Bosch, seu Werner nos deixou alguns minutos após a goleada da Ponte Preta contra o Coritiba, no último dia 19 de julho.

 Se os dois primeiros homenageados que se destacavam pelas memórias e corações apaixonados pela Ponte, o terceiro soma a estas qualidades uma voz que conta histórias da Macaca como nenhuma outra: o jornalista Zaiman de Brito Franco, que recebeu o título de cidadão pontepretano das mãos do presidente de honra Sérgio Carnielli e do vice-presidente da Federação Paulista , Fernando Elles Solleiro.

Filho de Manoel de Brito Franco e Zaíra Badaró da Fonseca, Zaiman é carioca na certidão de nascimento, pois nasceu em Macaé  (RJ), mas veio pra Campinas em 1947 e apaixonou-se pela cidade e pela Ponte Preta. Fez o colegial no Culto à Ciência  e formou-se em Direito na Puccamp. Participou da implantação da EPTV,  da CBN, do Jornal de Hoje,  da Rádio Central e da Tribuna de Campinas. Trabalhou ainda na sucursal da Folha de São Paulo e foi editor por dez anos do Diário do Povo. Um cronista insuperável nas letras escritas e faladas, em especial quando o assunto é a Nega Véia.

 

 

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