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Ponte treina nesse sábado (15) e Kleina diz que equipe precisa recomeçar a mostrar sua identidade para voltar a vencer

Publicado em: 15/07/2017

 

Foto: PontePress/FábioLeoni

A equipe da Ponte Preta realiza o último treinamento nesse sábado (15), antes de viajar para Porto Alegre/RS, onde enfrenta o Grêmio, nesse domingo (16), às 16 horas. A Macaca tem passado por último momento difícil no Brasileirão, mas nada melhor do que mais um desafio para retornar o quanto antes o retorno dos bons resultados. O técnico Gilson Kleina espera que essa retomada inicie já nessa rodada.

 

“A palavra que temos que usar é recomeçar. Precisamos recomeçar a jogar bem, a vencer, a ter confiança, autoestima, poder repetir as escalações, porque isso é importante. Vamos usar todo o grupo, mas é o momento que precisamos ter um recomeço de identidade e é isso que vou tentar fazer de todas as maneiras. Vamos passar muita energia, pensamento positivo, porque para esse tipo de jogo, se não tiver com confiança e energia, por si só já é muito difícil. Temos que ter esse algo a mais para vencer”, afirma o treinador, que reforça a confiança que tem no trabalho e nos seus comandados.

 

“É o momento mais delicado que a Ponte Preta está passando. Mais do que nunca temos que manter a convicção no trabalho, na postura e não pode se entregar. Nossa equipe é experiente e tem total condição de reagir. É isso que nós pregamos. Fazemos treinamentos de alto nível, os jogadores tem uma entrega muito boa, mas infelizmente nos últimos jogos não conseguimos obter o resultado de vitória e quando ela não vem aumenta a desconfiança. Mas nós, se não mantivermos a linha e essa confiança, a tendência é piorar. Acreditamos em todos, no trabalho, nos jogadores, na execução, porque nesse momento é hora de mobilizar, para que possamos sair dessa situação e vencer", enfatiza.

 

Apesar da confiança, o técnico sabe que irá encontrar um forte adversário pela frente nesse domingo. “Temos a volta de jogadores experientes. Também acreditamos que em algum momento precisamos encaixar e voltar a ter identidade. Vamos enfrentar um adversário que vem em um momento muito forte no campeonato. Ganhou de uma equipe que é candidata a tudo nesse Brasileiro, pelo investimento que foi feito, e ganhou com méritos. É competente, marca muito, joga com três volantes, mas na estratégia montada pelo Renato Gaúcho, as coisas estão acontecendo”, comenta Kleina, que acrescenta.

 

“O discurso deles é de brigar para alcançar o Corinthians. A análise que faço é que as equipes que estão repetindo, o índice de vitória e de acerto está muito maior. Ninguém está perdendo jogadores na janela de transferências, não está tendo convocação, lesão e isso faz diferença. É o que precisamos recomeçar aqui”, pondera o comandante, que por mais dificuldade que veja na rodada, sabe que a Ponte tem condições de apresentar um futebol melhor dos que mostrou na última rodada e a cobrança para que isso ocorra existe.

 

 “A conversa do Emerson Sheik depois do jogo é de um jogador experiente, vencedor e verdadeiro. E é por isso que é gostoso de trabalhar com jogadores desse nível. Tem que trabalhar com a transparência e é dessa forma aqui dentro. Nós cobramos, colocamos o dedo quando é preciso. A responsabilidade maior, sem sombra de dúvida, é minha, mas todos tem sua parcela. Quando colocamos uma situação de oportunidade, esse atleta tem que dar o retorno. É isso que temos que cobrar. Só se consegue se manter dentro de uma equipe, dando retorno técnico, do contrário isso não acontece”, reforça o técnico, que sabe a importância de pontuar fora de casa, ainda mais nesse período de resultados abaixo.

 

“Quando nós não fazemos o dever de casa, nosso grau de dificuldade aumenta. Coloquei para eles que temos que buscar lá fora, para não entrarmos em um campeonato ruim. Me chamou atenção nessa rodada é que 90% dos mandantes perderam seus jogos. Isso mostra como os visitantes estão sabendo jogar. Temos que saber fazer  também esse tipo de jogo. Estamos neutralizando, mas quando temos as chances não sabemos matar. E quando uma equipe não tem esse poder decisão, sofre. Não é um problema só dos atacantes. Tomamos gols do adversário, que nós perdemos, de zagueiros. Todos são responsáveis em fazer gols e em marcar. Essa é a cobrança que nós colocamos”, explica Kleina.

 

O treinador finaliza mostrando otimismo nessa reconstrução da equipe para a conquista de pontos no Brasileiro. “Claro que, ao mesmo tempo em que o resultado não vem, a torcida fica impaciente e viramos alvo. Mas todos sabem o carinho que tenho por essa Ponte Preta e vou fazer de tudo para sairmos dessa situação, pois acredito no trabalho e no apoio do nosso torcedor, porque é assim que se faz quando a equipe precisa reagir”.

 

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